Satisfazendo as Condições

Derek Prince
Published: 2010
Last Updated: Oktober 2026
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Quais são as condições que sustentam uma abordagem bíblica em relação à provisão material de Deus? Com base na obra redentora de Cristo, Derek Prince ensina que a abundância é recebida pela graça, por meio da fé, não é fruto de uma conquista; além disso, requer motivos corretos, trabalho honesto, generosidade e cuidado com os pobres.
O tema da abundância de Deus não pode ser compreendido ou assimilado a menos que seja revelado por Deus. Nas minhas cartas anteriores sobre este tema, estabelecemos, a partir das Escrituras, que o nível de provisão que Deus almeja para o Seu povo é o da abundância. Esta provisão é disponibilizada para nós através de Suas promessas. Também examinamos as promessas específicas encontradas nos Salmos 34:9–10 e 84:11. Vimos que Deus não nos negará nada de bom, desde que cumpramos três condições: primeiro, devemos temer ao Senhor; segundo, devemos buscar ao Senhor; e terceiro, devemos andar retamente.
No Salmo 84:11 (KJF), analisamos o termo “coisa boa”, apontando que existem duas maneiras de encará-lo: a forma absoluta e a forma relativa. Uma coisa é absolutamente boa se for boa em si mesma. Isso é invariável. Mas uma coisa que é boa somente em certos casos ou somente para certas pessoas é uma coisa relativamente boa. Isso é variável. Uma coisa relativamente boa pode ser afetada por muitos fatores diferentes: nosso caráter, motivação, compreensão, o tempo de Deus ou nosso nível de maturidade. Portanto, Deus, em Sua sabedoria, às vezes nos nega aquilo que é absolutamente bom porque não é relativamente bom para nós na nossa situação em particular. As riquezas são absolutamente boas? Sim. Apocalipse 5:12 lista sete coisas que são absolutamente boas e que pertencem por direito eterno a Jesus Cristo e, por meio dele, ao Seu povo: poder, riquezas, sabedoria, força, honra, glória e ação de graças. (Veja também 1 Crônicas 29:12 e Deuteronômio 8:18.)
Maldição ou Bênção
Meu propósito nesta carta é revelar qual é o caminho de Deus para se libertar da maldição da pobreza. Uma das grandes verdades básicas dessa revelação é que na cruz houve uma troca divinamente ordenada: Jesus, o Filho de Deus obediente e sem pecado, tomou sobre Si todo o mal que, pela justiça divina, pertencia à humanidade devido à nossa rebelião e desobediência. Em troca, nós, através da fé, podemos receber todo o bem que Jesus, por causa da sua perfeita obediência, merecia. Dito de forma mais simples, Jesus levou todo o mal que merecíamos, para que nós pudéssemos receber todo o bem que Ele merecia. As Escrituras revelam muitos aspectos diferentes dessa troca. Por exemplo, Jesus foi ferido para que pudéssemos ser curados (Isaías 53:4–5).
Ele foi feito pecado com a nossa pecaminosidade para que fôssemos justificados com a Sua justiça (2 Coríntios 5:21).
Ele foi rejeitado pelo Pai para que pudéssemos ser aceitos pelo Pai (Mateus 27:46, Efésios 1:5–6).
Ele morreu a nossa morte para que pudéssemos ter a Sua vida (Hebreus 2:9, João 3:16).
No entanto, nesta série de ensinamentos, focaremos apenas naquele aspecto da troca que se relaciona com as maldições causadas pela nossa desobediência – e em particular, a maldição da pobreza.
Paulo trata disso especificamente em Gálatas 3:13–14:
“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.”
Duas palavras aqui contrastam fortemente entre si: maldição e bênção. Na cruz, Cristo, nos livrou da maldição imposta pela lei, tornando-se maldição por nós. A evidência foi o próprio fato de que Ele foi pendurado na cruz (citado em Deuteronômio 21:23). Suspenso entre o céu e a terra, Jesus ficou pendurado no madeiro em forma de cruz – rejeitado pelo homem e abandonado por Deus, totalmente alienado, isolado, sozinho. Poderíamos resumir isso em uma palavra feia e maligna: amaldiçoado.
Jesus se tornou uma maldição para que recebêssemos a alternativa: a bênção. Um dos temas do Livro de Gálatas é que, através da fé, nos tornamos filhos de Abraão. Como filhos de Abraão, temos direito à bênção de Abraão por uma única e exclusiva razao: Jesus carregou sobre si a maldição.
Neste contexto, Paulo enfatiza uma bênção distinta: “a promessa do Espírito”. Há uma razão prática para isso. A bênção prometida do Espírito Santo é a chave para todas as outras bênçãos. Uma vez que colocamos a nossa fé na morte expiatória de Cristo em favor da humanidade, nós nos tornamos legalmente “herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo” (Romanos 8:17). Nós nos tornamos membros da família de Deus, com direito a tudo o que foi prometido ao nosso grande antepassado, Abraão (Gálatas 3:7–9, 29). Mas o Administrador divinamente designado da nossa herança é o Espírito Santo. Só Ele pode nos ajudar a desfrutar plenamente na prática tudo o que se tornou legalmente nosso através da fé na morte de Cristo. Sem Sua ajuda, não seremos nada mais do que “órfãos”, incapazes de nos apropriar de tudo o que nosso Pai nos providenciou (ver João 14:16–18).
Reconhecendo a nossa dependência, então, do Espírito Santo, podemos reivindicar a nossa herança. Qual é a “bênção de Abraão” à qual Cristo nos deu direito? Uma resposta clara e abrangente é encontrada em Gênesis 24:1 (KJF): “O Senhor abençoou Abraão em todas as coisas”. A bênção de Abraão inclui todas as coisas — sejam temporais ou eternas, espirituais ou materiais. Através da morte de Cristo em favor da humanidade, todas as áreas de nossas vidas podem ser tiradas da sombra escura da maldição e levadas para a plena luz do sol da bênção de Deus.
A Maldição da Pobreza
Vamos agora nos concentrar em um aspecto específico da maldição que Jesus carregou em nosso favor: a maldição da pobreza. Na nossa carta anterior vimos esta maldição apresentada na sua forma mais irrestrita em Deuteronômio 28:48. Foi resumida em quatro partes: fome, sede, nudez e necessidade de todas as coisas. E foi exatamente isso que Jesus experimentou na cruz.
Anos atrás, enquanto eu pregava sobre o tema da provisão financeira de Deus, recebi uma revelação do Espírito Santo que ia muito além do sermão que eu havia preparado para aquela pregação.
O Espírito Santo, passando detalhadamente por cada um dos quatro aspectos da maldição da pobreza, me mostrou como Jesus esgotou a maldição em todos os seus aspectos. Ele estava com fome – ele não comia há quase vinte e quatro horas. Ele estava com sede – uma de Suas últimas declarações foi: “Tenho sede”. Ele estava nu – os soldados O haviam despido de todas as Suas roupas e as tinham repartido entre si. Ele precisava de todas as coisas – Ele não tinha um manto nem túmulo onde ser enterrado. Ele não tinha nada. Por quê? Porque no propósito divino de Deus, Ele exauriu a maldição da pobreza em favor da humanidade.
Jesus aceitou a maldição da pobreza para que pudéssemos receber a bênção de Abraão “em todas as coisas” – para que pudéssemos receber toda a nossa herança, ministrada pelo Espírito Santo.
Não Falta Nada
Esta revelação é apoiada por muitas outras passagens das Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Podemos olhar, em particular, para dois versículos de 2 Coríntios. Juntos, esses dois versículos apresentam a libertação total da maldição da pobreza que Cristo obteve para nós.
“Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de Sua pobreza vocês se tornassem ricos.” (2 Coríntios 8:9 NVI)
Quando Jesus se fez pobre? Algumas pessoas sugerem que Jesus era pobre durante todo o Seu ministério terreno, mas não creio que tenha sido exatamente assim. Precisamos ter em mente a distinção entre riqueza e abundância. Jesus não era “rico”, no sentido de ter uma grande conta bancária ou grandes bens materiais. Mas Ele certamente tinha abundância. Qualquer homem que possa fornecer comida para uma multidão de 5.000 homens (a multidão total era de cerca de 12.000, contando mulheres e crianças) não é pobre! Na verdade, o que Jesus fez sobrar depois de alimentar os 12.000 era muito mais do que havia quando começou (ver Mateus 14:15–21). Que bela imagem de abundância!
Jesus não era rico, mas tinha abundância. Ele nunca duvidou que a bondade de Seu Pai supriria tudo o que Ele precisava. E o Pai nunca falhou com Ele. Isso não é pobreza. Pobreza é ter fome, sede, estar nu e precisar de todas as coisas!
Quando Jesus se tornou pobre? Ele começou a se tornar pobre no momento em que se identificou com os nossos pecados. Daquele momento em diante, Ele mergulhou cada vez mais na pobreza, até que na cruz representou a pobreza absoluta.
Vamos também encarar o fato de que neste ponto Sua pobreza não era meramente “espiritual”. Ele ficou física e materialmente pobre. Portanto, por todas as leis da lógica, a nossa riqueza também não será meramente “espiritual”. Jesus tornou-se absolutamente pobre no sentido físico e material para que pudéssemos nos tornar ricos no sentido de ter todas as necessidades físicas e materiais satisfeitas – e ter algo sobrando para os outros.
Graça Abundante
Deus não é mesquinho. Ele não dá apenas o suficiente; Ele dá o suficiente e mais. Isso é abundância.
“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra”. (2 Coríntios 9:8)
Nesse versículo a palavra abundar aparece duas vezes e tudo/toda aparecem quatro vezes. Não sei como uma linguagem pode ser mais explícita do que isso.
Esta passagem é uma descrição da graça de Deus. Curiosamente, tanto no capítulo 8 como no 9 de 2 Coríntios, que trata do dinheiro, a palavra-chave é graça, ocorrendo sete vezes no capítulo 8 e duas vezes no capítulo 9. Claramente, é a graça que opera na esfera do dinheiro.
Apropriação de Abundância Material
Poucos cristãos percebem que isso se aplica tanto à esfera da provisão financeira e material quanto a qualquer outra área de nossas vidas. Mas, como apontamos, existem condições. As Escrituras nos alertam especificamente contra a irresponsabilidade (Provérbios 10:4); contra a preguiça (Provérbios 24:30–34); e contra a desonestidade (Efésios 4:28). Enquanto formos culpados de qualquer um destes pecados, não temos o direito de esperar que a graça de Deus atue na área financeira das nossas vidas. Como cristãos, somos obrigados a ser honestos, trabalhadores e responsáveis.
Mas todo o nosso trabalho duro e responsabilidade por si só não nos garante o tipo de provisão de que estamos falando aqui. Tal provisão não pode ser conquistada. Só pode ser recebida pela graça por meio da fé. A graça de Deus, quando a recebemos pela fé, eleva-nos a um nível mais alto do que podemos ganhar ou merecer. Isso é verdade em todas as áreas de nossas vidas – tanto financeira e material quanto espiritual.
Reconhecer esta verdade, no entanto, leva-nos a uma importante distinção lógica – uma distinção que é frequentemente ignorada. É a distinção entre ser merecedor da graça de Deus, que é impossível, e cumprir as condições de Deus, que é obrigatório. Por um lado, não podemos ter a abundância de Deus por merecimento porque ela só pode vir através da graça. Por outro lado, somos obrigados a cumprir as condições que Deus estabeleceu para recebermos a Sua abundância através da fé. Caso contrário, se não cumprirmos as condições, a nossa fé não terá fundamento bíblico. Na verdade, não é fé, mas mera presunção.
A Primeira Condição Para a Abundância de Deus
Quais são, então, as condições para receber a abundância de Deus? Eu sugeriria que existem cinco condições principais apresentadas nas Escrituras. Nesta Carta, daremos uma olhada na primeira condição. Abordaremos as restantes em nossa próxima edição, “As Quatro Condições Finais”.
1. Nossas motivações e atitudes devem estar corretas.
Seria bom examinarmos os nossos motivos com muito cuidado, porque ser rico é uma grande fonte de tentação. Podemos facilmente ser guiados pelos motivos errados. Quais seriam alguns desses motivos errados?
- É errado fazer da riqueza o nosso deus. Em 1 Timóteo 6:10 (NVI) Paulo diz: “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males”. A Versão King James diz: “É a raiz de todos os males”. O que o grego diz é: “O amor ao dinheiro é uma raiz de todos os males”. Portanto, desse amor maligno ao dinheiro - dessa cobiça - todas as outras formas do mal podem surgir em nossas vidas.
- É errado buscar riqueza por meios antiéticos. Provérbios 28:8 diz: “O que aumenta os seus bens com usura e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre.”
- Um homem pode conseguir muito dinheiro por meios ilícitos. Mas, no final das contas, isso lhe será tirado e dado a um homem que se compadece dos pobres. Existem leis que regem a utilização do dinheiro da mesma forma que existem leis que regem aquilo que semeamos na terra.
- É errado confiar nas riquezas. Provérbios 11:28 diz: “Aquele que confia nas suas riquezas cairá”. Durante a minha vida, vi isso acontecer com muitas pessoas que confiavam nas riquezas. Da mesma forma, Jeremias 9:23–24 também nos diz para não confiarmos nas riquezas: “Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra”. Devemos ter cuidado, então, para não nos orgulharmos ou nos gloriarmos na sabedoria, na força ou nas riquezas. Todas podem ser coisas boas, mas nenhuma delas deve ser aquilo em que nos gloriamos.
- É errado usar a riqueza de forma egoísta. Provérbios 11:24 (NVI) diz: “Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza.”
Existem algumas pessoas generosas que estão sempre dando e ficando cada vez mais ricas. Por outro lado, existem algumas pessoas mesquinhas que nunca dão e ainda assim ficam mais pobres. É sempre errado usar a riqueza de forma egoísta. Em Lucas 12, Jesus conta a parábola do homem rico que construiu celeiros maiores e os encheu com seus produtos. “Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (versículo 20). Jesus então acrescentou este comentário: “Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus” (versículo 21). Ser rico para com Deus, isto é, usar a riqueza para cumprir os propósitos de Deus, deveria ser a nossa prioridade.
Atitude em Relação aos Pobres
Acabamos de considerar quatro atitudes erradas em relação ao dinheiro. Queremos agora examinar uma outra atitude à qual devemos prestar muita atenção. A Bíblia adverte-nos consistentemente contra o desprezo ou a exploração dos pobres. Existem muitas Escrituras sobre o assunto, mas vamos dar uma olhada em Provérbios:
“Quem trata bem os pobres empresta ao Senhor, e ele o recompensará.” (Provérbios 19:17 NVI)
“Quem dá aos pobres não passará necessidade, mas quem fecha os olhos para não vê-los sofrerá muitas maldições.” (Provérbios 28:27 NVI)
“O justo considera a causa dos pobres, mas o perverso não se importa de saber dela.” (Provérbios 29:7 KJF)
Essas Escrituras – e muitas outras como essas – colocam sobre nós uma tremenda responsabilidade de não sermos indiferentes, mas de nos preocuparmos com as necessidades dos pobres. Uma marca de retidão é que “consideramos a causa dos pobres”. Por outro lado, um dos sinais de iniquidade é “não nos importarmos com a causa dos pobres”. Simplesmente desviamos os olhos da situação dos pobres. Além disso, há uma recompensa prometida em relação ao cuidado dos pobres. Quando damos aos pobres, Salomão diz que estamos emprestando ao Senhor. Posso testificar por experiência própria que quando o Senhor paga aquilo que demos emprestado, Ele não se esquece dos juros!
O Salmo 112 retrata "o homem que teme ao SENHOR" e as bênçãos que ele desfruta. Vale a pena estudar esse quadro em detalhes. Por enquanto, no entanto, deixe-me apenas apontar alguns aspectos que se relacionam com nosso tema atual: "Riqueza e bens estão em sua casa, e a sua justiça permanece para sempre. (...) Bem está com o homem que é bondoso e empresta (...) porque ele nunca será abalado; o justo será lembrado para sempre. Ele tem dado de graça aos pobres; a sua justiça permanece para sempre..." (v. 3, 5-6, 9, nasb1995). Em 2 Coríntios 9:9, Paulo aplica esse último versículo especificamente a nós, cristãos. Nessa imagem do homem temente a Deus, vemos três elementos entrelaçados: justiça inabalável, riqueza e generosidade para com os pobres.
Lembrando-se dos Pobres
O Novo Testamento também enfatiza a consideração pelos pobres como uma parte essencial da justiça cristã. Em Gálatas 2:1–10, Paulo descreve o confronto que ele e seus colegas de trabalho tiveram com Pedro, Tiago e João a respeito da maneira como o evangelho deveria ser apresentado aos gentios. A tensão acabou sendo resolvida quando os membros reconheceram que cada um tinha uma vocação distinta da do outro. Mas houve um ponto em que ambos os grupos foram unânimes: “que nos lembrássemos dos pobres” (versículo 10). Vemos, então, que lembrar-se dos pobres é uma parte essencial da mensagem do evangelho, independentemente do grupo racial ao qual é apresentada.
Ao concluirmos nosso exame da primeira condição para receber a abundância de Deus, será útil revisar os princípios que coletamos. Devemos nos proteger contra os seguintes motivos errados: fazer da riqueza nosso deus, buscar riqueza por meios antiéticos, confiar na riqueza ou usar a riqueza de forma egoísta. Na nossa atitude para com os pobres, vimos que é errado desprezar ou oprimir os pobres ou ser indiferente às suas necessidades. Pelo contrário, as Escrituras exigem que demonstremos misericórdia para com os pobres de uma forma ativa e prática.
Em nossa próxima carta, apresentarei as quatro condições restantes para a abundância de Deus.

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