Próximos do Clímax

Derek Prince
Published: 1970
Last Updated: October 2026
Read Time: 20
This teaching is not currently available in ខ្មែរ.
A atenção mundial voltada para o Oriente Médio pode indicar a fase final desta era descrita nas profecias bíblicas. Derek Prince relaciona a visão de Daniel com a região e exorta os cristãos a proclamarem a vitória de Cristo, orarem pela preservação de Israel e buscarem a liberdade para os povos muçulmanos.
Nota do Editor:Devido à tensão e aos contínuos conflitos no Oriente Médio, as seguintes percepções, proferidas por Derek Prince em 1990, podem fornecer excelentes orientações para as nossas orações por essa região. Mais uma vez, agradecemos por podermos ainda usar esses trechos dos ensinamentos sempre atuais de Derek para entendermos melhor a situação. Embora Derek estivesse falando aqui em resposta à invasão do Kuwait pelo Iraque em agosto de 1990, as observações que ele faz são muito relevantes para os eventos atuais no Oriente Médio. Alguns dos comentários de Derek foram editados a fim de atualizá-los e acreditamos que lhe serão úteis.
Olhando Para Trás
Esta é a atualização pessoal número 60. Estou gravando aqui no estúdio de nosso escritório em Fort Lauderdale e será lançada em novembro de 1990. Esta atualização conterá vários tópicos diferentes e interessantes e mais a nossa visão do que está acontecendo no Oriente Médio.
Começamos, então, pelo Oriente Médio. Suponho que todos concordem que o foco central das notícias mundiais hoje em dia é o Oriente Médio. Isso é muito significativo. Representa uma grande mudança em relação ao que ocorreu nas últimas 4, 5 ou 6 décadas passadas.
Tendo crescido na Grã-Bretanha entre as duas Guerras Mundiais, lembro-me de que podíamos ler os jornais todos os dias durante uma semana sem encontrar nem sequer uma notícia de algum país do Oriente Médio, nenhuma menção aos nomes dos países citados na Bíblia. Mas hoje, isso mudou totalmente, há um grande foco sobre as notícias a respeito do Oriente Médio nos meios de comunicação internacionais.
Isso em si é extremamente significativo e se encaixa perfeitamente com a imagem do fim dos tempos dada nas Escrituras, onde o foco está novamente no Oriente Médio, na Europa e na região do Mediterrâneo. Portanto, essa mudança de foco mundial é uma das maneiras pelas quais Deus está nos dizendo: “Estamos muito próximos do clímax dessa era”.
Uma Imagem Profética
Também tem um significado profético. Em Daniel 2, Nabucodonosor teve a visão de uma grande imagem que ele não conseguia entender. Ele nem conseguia se lembrar, mas Daniel não apenas o lembrou de sua visão, mas também lhe deu a interpretação dela. Na visão, Nabucodonosor viu uma imagem grande e impressionante com cabeça de ouro, ombros e peito de prata, barriga e coxas de bronze e pernas de ferro. E na parte inferior das pernas de ferro havia pés que eram em parte de ferro e em parte de barro.
Daniel interpretou isso para Nabucodonosor como uma imagem de certos impérios mundiais. A cabeça de ouro era a Babilônia; os ombros e o peito de prata eram o Império Medo-Persa; então a barriga e as coxas de bronze representavam a conquista de Alexandre e o Império Grego; e as pernas de ferro representavam o Império Romano. De acordo com essa profecia, haveria uma divisão do quarto estágio, o Império Romano, que de fato ocorreu. O Império Romano foi dividido em duas capitais: a capital ocidental em Roma e a capital oriental em Bizâncio ou Constantinopla (Istambul). Portanto, temos esta imagem das duas pernas - a ocidental centrada em Roma e a oriental centrada em Bizâncio ou Constantinopla.
Então, havia na parte inferior da imagem os pés com dez dedos. Muitos intérpretes de profecia correlacionaram esses dez dedos dos pés com os dez reinos que seriam dominados pelo Anticristo descrito no capítulo 13 de Apocalipse. E, claro, as pessoas agora estão dizendo que o Mercado Comum Europeu (ou o que quer que esteja surgindo na Europa) [agora conhecido como União Europeia] poderia ser os dez dedos do pé. Mas acho isso pouco convincente, porque todos eles estão do lado da perna oeste; nenhum deles está do lado da perna leste. Logicamente, se uma pessoa tem dez dedos, cinco estarão em uma perna e cinco na outra perna. Assim, tudo indica que o que está surgindo deveria incluir o território tanto do Império Romano do Ocidente quanto do Império Romano do Oriente, que é essencialmente uma parte importante do que chamamos de Oriente Médio. E eu acredito que isso vai surgir, então a confederação europeia (ou o que quer que surja lá) é apenas uma espécie de primeiro passo nessa direção. Mas ainda não é o cumprimento da profecia.
Que Tipo de Confederação?
Costuma-se dizer, especialmente em Israel, que o Oriente Médio é o lar das três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo. Pessoalmente, não aceito essa avaliação, mas contém uma verdade significativa: essas três religiões são basicamente monoteístas. Houve várias tentativas de reunir os representantes dessas religiões sem sucesso. Na verdade, há uma grande barreira para a união do cristianismo, judaísmo e islamismo. Essa estranha barreira é o personagem histórico, Jesus de Nazaré. Se Jesus fosse retirado do caminho, é perfeitamente concebível que as três religiões pudessem de alguma forma se fundir. De fato, tem havido muitas tentativas diferentes por parte dos cristãos, incluindo o próprio papa de Roma, de formar algum tipo de confederação de religiões mundiais. Mas, de certo modo, a barreira, como já disse, é Jesus.
Agora, a palavra anticristo tem dois significados. Cristo, é claro, é a forma grega para “Messias”. O primeiro significado da preposição “anti” é “contra”; o segundo significado de “anti” é “no lugar de”. Portanto, a atuação total do anticristo é, antes de tudo, contra o verdadeiro Messias - para removê-lo, para tirá-lo do caminho. Em segundo lugar, uma vez que Ele for removido, para substituí-lo por um falso messias.
Assim, você poderia imaginar uma confederação de dez nações europeias, ao redor do Mediterrâneo e seguindo até o norte da África. E você pode imaginar uma religião mundial que seja uma combinação de judaísmo, cristianismo sem Cristo e islamismo. Isso tem potencial para acontecer, especialmente se levarmos em conta a atenção que o Oriente Médio voltou a receber no cenário mundial.
Compreendendo o Islã
O poder espiritual dominante na área que acabei de descrever é o Islã, a religião muçulmana. E precisamos saber alguns fatos sobre isso. Infelizmente, a maioria dos cristãos ocidentais é muito ignorante sobre a verdadeira natureza do Islã. É, sem dúvida, o imutável inimigo, tanto de Israel quanto da verdadeira Igreja de Jesus. No momento, sua inimizade está focada principalmente em Israel, já que este o derrotou. O Islã não leva a Igreja a sério, porque acha que a Igreja é um alvo fácil de atingir e conquistar. Mas Israel provou ser um obstáculo muito difícil. No entanto, o propósito final declarado do Islã é dominar o mundo inteiro com a sua religião.
Os muçulmanos têm uma frase que eles usam muito, que é: “O lar da paz e o lar da guerra”. Ou, no dialeto árabe, “Dares Salaam; dar al harb." O “lar da paz” são aqueles que estão debaixo do Islã; o “lar da guerra” são aqueles que ainda não estão. Aqui está a implicação: a guerra deve continuar contra as últimas áreas até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã. Esse é o programa islâmico. Está claramente declarado em seus textos religiosos.
Precisamos entender os valores básicos que foram gerados pela religião islâmica, especialmente entre o povo árabe. Eles realmente têm três conceitos principais: poder, honra e vingança. Eles respeitam o poder. Com nossa formação no Ocidente cristão, embora não sejamos todos cristãos, temos uma espécie de respeito por conceitos como misericórdia e perdão. Os muçulmanos não têm esses conceitos. Os aspectos que os impressionam vêm todos do poder. E eles usam o poder para obter honra. E se, por acaso, eles falharem e a honra lhes for tirada (como falharam em suas tentativas de destruir Israel), então o terceiro conceito é a vingança. Eles trabalharão incessantemente, não importa quanto tempo, até obterem sua vingança.
Esses são os tipos de forças e os tipos de pessoas com quem lidamos no Oriente Médio. Eles são motivados pela busca da honra, do poder e da vingança. É ridículo o Ocidente falar de democracia nesse contexto. Não existe democracia no Oriente Médio. Não poderia haver tal coisa. A democracia simplesmente não existe nem no aspecto humano, nem na cultura e nem na maneira de pensar. Os governantes árabes vão usar uma linguagem democrática para impressionar e convencer as pessoas do Ocidente a fazerem o que eles querem, mas eles não têm a mínima intenção de cumprir aquilo que estão dizendo.
Como Funciona a Mente de um Árabe
Minha primeira esposa, Lydia, como vocês já sabem, passou vinte anos na Palestina vivendo entre os árabes. Ela os conhecia muito, muito bem. Lydia costumava fazer certos comentários sobre eles que eu, a princípio, considerava um pouco cínicos. Mas quanto mais eu vivia ali, mais claramente eu via como esses comentários eram verdadeiros.
Uma das coisas que ela dizia era: “Quando um muçulmano fala com você, ele não está pensando em falar a verdade. A verdade não importa. O que ele está dizendo para si mesmo é: 'Agora, se eu disser isso, o que a outra pessoa vai dizer?' Ou, 'Se eu disser isso, o que essa outra pessoa vai dizer?'” Em outras palavras, a linguagem é usada por eles para produzir uma resposta - o tipo de resposta que eles querem das pessoas com quem estão falando. Lydia deixou claro que o conceito de ser verdadeiro da forma que entendemos não é válido entre eles. Simplesmente não faz parte do pensamento deles. Não faz parte do histórico deles.
Agora, Saddam Hussein era um indivíduo particularmente audacioso, mas essa é uma característica dos governantes árabes. Eles querem dominar, suprimir, ostentar seu ego, mostrar o quanto são importantes e quanta honra lhes é devida, e certamente, sem nenhuma piedade, vão se vingar de qualquer tipo de opositor. O comportamento de Saddam Hussein no Kuwait foi uma espécie de retrato dos governantes árabes. Como eu disse, democracia, misericórdia e perdão são conceitos que não têm nenhum significado real para eles. E se tentarmos nos relacionar com eles nessa base, como muitos governos ocidentais estão fazendo, vamos falhar em nos conectar com a realidade. Acredito que Saddam Hussein, em muitos aspectos, era como Adolph Hitler. Hitler tinha anunciado e publicado com antecedência o que iria fazer, mas ninguém pensou que ele pudesse ser tão perverso. Então, eles meio que se comportaram como se, “Bem, ele realmente não quis dizer isso. E se o tratarmos bem, ele nos tratará bem.” A história provou o quão errado era esse ponto de vista. Acredito que a perspectiva para Saddam Hussein foi essencialmente a mesma. Ele foi brutal. Ele foi implacável. Ele pretendia ganhar poder e usá-lo para seus próprios fins. E ele faria qualquer coisa que fosse necessária para cumprir esses fins.
O Poder Espiritual do Islã
Precisamos entender um fato muito interessante e importante sobre a influência espiritual dominante do Islã no Oriente Médio hoje. Por quê? Porque há uma tremenda lição que precisamos aprender como cristãos. Quero dizê-lo de forma muito simples, sem inferir que seja simplista. A base do poder espiritual do Islã no Oriente Médio e no Norte da África se resume em uma palavra: proclamação.
Os árabes, consciente ou inconscientemente, compreenderam o tremendo poder espiritual da proclamação persistente. Você provavelmente sabe que toda mesquita proclama cinco vezes ao dia certas declarações sobre deus e sobre Maomé. Não quero citá-los aqui porque não gosto de repeti-los. Mas precisamos ter em mente que essas proclamações das mesquitas do Oriente Médio e do Norte da África são feitas cinco vezes ao dia há mais de 1.300 anos. E se você fizer a conta, são 2.372.500 vezes que a proclamação saiu de cada mesquita no Oriente Médio.
Se você multiplicar esse número pelo número de mesquitas, que provavelmente é pelo menos um milhão, você está na casa dos bilhões. Eu acredito que esta é a base real do tremendo poder espiritual dominante do Islã. É essa proclamação persistente e incessante da força espiritual que eles querem estabelecer.
Como cristãos, isso realmente nos confronta com um desafio, porque acredito que a resposta à proclamação é a contraproclamação. Acredito que nós, na igreja cristã, falhamos tristemente em apreciar o poder e o valor da proclamação, e especialmente da proclamação cantada. Veja, a proclamação da mesquita sai em forma de canto, e se você analisar a maioria das principais religiões do mundo (budismo, hinduísmo, judaísmo), todas elas empregam cantos de proclamações em um grau ou outro como uma forma de afirmar sua fé.
A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:13
“Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.”
A maioria das traduções interpreta isso como “homens maus e enganadores”. Mas a tradução correta é “encantadores”. O que os tradutores da Bíblia provavelmente falharam em reconhecer é que o canto ou encantamento é um grande poder espiritual para o mal ou para o bem. Acredito que, se quisermos ver a vontade de Deus feita no Oriente Médio, nós, como cristãos, devemos aprender a fazer as proclamações apropriadas com fé.
O Poder da Proclamação
Você pode responder: “Bem, vamos demorar muito para fazer isso dois bilhões de vezes”. No entanto, não acho que essa seja a maneira correta de interpretar, porque acredito que a verdade é muito mais poderosa do que o erro. Não é preciso o mesmo número de proclamações da verdade para derrotar o erro. Temos a verdade e cabe a nós interceder pelo Oriente Médio. Especificamente, precisamos fazer proclamações da vitória de Jesus, do poder de Seu nome, do poder de Seu sangue, do que foi realizado por Sua morte na cruz, de Sua exaltação em glória como governante supremo do universo, e também do importante fato de que Ele está voltando em poder e grande glória para estabelecer o Seu reino aqui na terra. Enquanto você contempla a situação no Oriente Médio, quero exortá-lo e encorajá-lo, como cristão, a não ficar sentado passivamente, como espectador, sem saber o que fazer. Quero incentivá-los a responder com proclamações — em oração, em intercessão, em cânticos — da maneira que for apropriada. E gostaria de propor três temas para esta oração e proclamação.
A Proclamação de Israel
Em primeiro lugar, vamos proclamar pelo bem de Israel. Proclamamos que Israel será preservado de todos os seus inimigos que estão ao redor pela graça e poder sobrenaturais de Deus, para que Israel possa se voltar para Deus. Em Jeremias 31, temos um pequeno exemplo do que tenho falado, que é dirigido a nós como crentes. Jeremias 31:7 diz:
Porque assim diz o Senhor:
“Cantai sobre Jacó com alegria, e exultai por causa do chefe das nações; proclamai, cantai louvores, e dizei: Salva, Senhor, ao teu povo, o restante de Israel.”
Observe a palavra proclamar. Qual deve ser nossa resposta ao que está acontecendo em Israel? Devemos orar, mas também devemos louvar e devemos proclamar. Então, no versículo 10 deste capítulo diz:
“Ouvi, pois, a Palavra do SENHOR, ó nações, e proclamai-a nas longínquas terras à beira-mar. ‘Aquele que deportou Israel o reunirá e cuidará dele, como o pastor faz com seu rebanho. (KJA)
Essa é a mensagem de Deus para as nações. Mas acho que, de certa forma, é nossa responsabilidade proclamá-la. Para proclamá-la à nossa nação. Para proclamá-la às nações do mundo. O que devemos proclamar é muito simples: “Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará como o pastor cuida do seu rebanho.” Foi Deus quem dispersou Israel há 19 séculos. E é Deus quem está reunindo o mesmo povo, Israel, hoje.
Deus não diz apenas que reunirá Israel, mas também diz que guardará Israel. Ele preservará Israel. Essa é uma proclamação que precisamos fazer regularmente. O mesmo Deus que dispersou Israel agora o está reunindo. (Observe como a reunião está ocorrendo na União Soviética neste momento.)
O Deus que reuniu Israel o guardará, cuidará dele e o preservará. De certo modo, Deus garantiu a segurança e o futuro de Israel — não sem ameaças, sem perigo, sem crises. Mas, no final das contas, Deus diz: “Eu os guardarei”. Precisamos proclamar isso na atmosfera espiritual incessantemente.
A Proclamação do Islã
Em seguida, com relação ao Islã, acredito que precisamos orar pelas seguintes situações. Orar para que a atual crise no Oriente Médio e o alinhamento das nações árabes umas contra as outras façam com que a fortaleza de ferro do Islã seja quebrada, que seus cativos sejam libertos e que a verdade possa penetrar.
Na Europa do Leste e na União Soviética, o povo de Deus orou e agonizou por muitos anos e aparentemente nada estava acontecendo. Mas então, chegou um momento em que suas orações e proclamações começaram a surtir efeito. E em pouco tempo, a situação das nações comunistas foi completamente revertida. Nenhum de nós seria capaz de prever que as coisas aconteceriam de forma tão dramática e tão rápida assim como foi. Como cristãos e crentes, acredito que isso deve nos encorajar que o Islã, embora pareça ser uma fortaleza aparentemente inconquistável, também cederá às nossas orações e proclamações.
Deixe-me apenas dizer que não sou contra os muçulmanos. Tenho uma profunda preocupação por eles. Eu mesmo vivi em nações muçulmanas. Conheço até certo ponto a terrível escuridão, miséria e escravidão que o Islã impõe aos homens e mulheres, e eu acrescentaria especialmente às mulheres. O desejo, o clamor e a oração do meu coração a Deus é que Ele intervenha de tal forma que a fortaleza do Islã que mantém as pessoas cativas seja derrubada e que seus cativos sejam libertos.
Em Lucas, Jesus disse: “Quando o valente guarda, armado, a sua casa, em segurança está tudo quanto tem; Mas, sobrevindo outro mais valente do que ele, e vencendo-o, tira-lhe toda a sua armadura em que confiava, e reparte os seus despojos.”(Lucas 11:21,22). Acredito que, de certo modo, podemos invocar aquele que é mais valente que o Islã — ou seja, Jesus — para entrar nessa situação, abrir a fortaleza, libertar os cativos e permitir que tomemos o despojo. É assim que faço minhas próprias orações. E quero enfatizar que intercedo com profunda preocupação e compaixão pelo povo muçulmano.
Proclamação Para os Militares
Em seguida, nosso terceiro tema de intercessão e proclamação é para as tropas. Existem dezenas de milhares de soldados reunidos no Oriente Médio vindos do Ocidente. Ninguém poderia imaginar que um número tão grande de pessoas de origem cristã (muitos deles cristãos convictos) se encontrariam lá no Oriente Médio - no que era essencialmente uma espécie de fortaleza que não admitiria qualquer influência do Ocidente. É um fato significativo que muitas nações do Oriente Médio não permitem que as Bíblias sejam enviadas pelo correio para as tropas. Quem já levou consigo uma Bíblia, pode mantê-la, mas não é permitido enviá-las. A intenção é impedir que qualquer religião que não seja o Islamismo entre ali. Mas veja, Deus interveio e anulou e tornou possível para aquelas pessoas do Ocidente estarem lá.
Durante a Segunda Guerra Mundial, passei três anos nos desertos do Oriente Médio, então tenho uma pequena ideia de como é viver em um deserto. O deserto onde servi não era tão intenso quanto os outros, mas lembre-se de que os integrantes dessas tropas não podem beber álcool, têm poucos tipos de entretenimento e, de repente, se veem sem certas atividades que, para eles, tornavam a vida emocionante e valiosa. Eu acredito que isso foi uma oportunidade para o Espírito Santo e a Palavra de Deus preencherem esse vácuo e conduzir muitos deles a Deus.
Acredito, com base em minha própria experiência, que este é um momento em que o Espírito Santo pode visitar aquela grande assembleia de tropas no Oriente Médio. E se algum tipo de reavivamento ocorrer lá, afetará toda a atmosfera espiritual do Oriente Médio.
É como a história do cavalo de Troia. Você se lembra que quando os gregos quiseram capturar Troia, eles deixaram um enorme cavalo de madeira fora da cidade. O povo Troiano veio e o levou para a cidade. Mas eles não sabiam que havia soldados gregos armados dentro do cavalo. Durante a noite, os soldados gregos desceram do cavalo, abriram os portões e deixaram o exército grego entrar para que Troia fosse tomada. De certa forma, eu diria, a presença das tropas ocidentais no Oriente Médio é um pouco como aquele cavalo de Troia. Dentro dele há algo que pode conquistar todo esse reino espiritualmente.
Um pequeno adendo muito empolgante é que nosso programa de rádio em árabe foi transmitido diretamente para várias partes do Oriente Médio. Os árabes tiveram a oportunidade de ouvir a verdade clara e pura da Palavra de Deus em sua própria língua. Eles nunca tiveram essa oportunidade antes.
Hora de Orar
Portanto, o que está acontecendo no Oriente Médio é empolgante, dramático e crítico. Em relação ao que está acontecendo lá, quero exortá-los, como já disse, a não serem passivos. Não assistam ao noticiário e simplesmente digam: “Bem, não há muito que se possa fazer”. Ou: “Vamos torcer para que as coisas funcionem”. Se você é um cristão comprometido e sabe como orar e conhece o poder da Palavra de Deus e a autoridade do nome de Jesus, você pode desempenhar um papel muito decisivo nos eventos que estão se desenrolando no Oriente Médio.

ទាញយកដោយឥតគិតថ្លៃ
សេចក្តីបង្រៀននេះអាចទាញយក បោះពុម្ព និងចែករំលែកសម្រាប់ការប្រើប្រាស់ផ្ទាល់ខ្លួន ឬក្នុងព្រះវិហារ។
ទាញយក PDFកូដ: TL-L803-100-PO2













