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            O Objetivo Da Provação

            O Objetivo Da Provação

            Derek Prince

            Teaching Legacy Letter

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            *First Published: 2020

            *Last Updated: março de 2026

            9 min read

            This teaching is not currently available in Português.

            Por muito confiantes que possamos estar na nossa caminhada de fé, os testes e as provações da vida podem abalar-nos. As adversidades do mundo que nos rodeia e os desafios das nossas próprias experiências são realidades da vida que Deus permite a cada um de nós. A nossa única opção é enfrentá-los, lidando com eles pelo Seu poder e graça. Uma das principais razões pelas quais Deus nos põe à prova é para reforçar a nossa capacidade de confiar n'Ele em todos os aspectos da vida.

            In the previous letter in our series, Preparing To Reign With Christ, I made the following statement:

            Our preparation for reigning with Christ will inevitably mean confrontation with spiritual forces which are at enmity with God and His eternal purposes.

            As citizens of the kingdom of God, Christians are automatically at war with the kingdom of Satan. The ensuing conflict in which you and I engage is one of the means God uses to bring us to maturity so we can rule and reign with Christ. The struggles and tests we face are a necessary part of our growth process.

            How does God use testing in our lives? In this teaching letter, and the other two in this series Standing the Test, we will look to the Word of God for helpful answers to that question.

            Why Testing Comes

            “Que é o homem, para que... cada manhã o visites, e cada momento o proves?” (Job 7:17-18) (ACF)

            Não é esta uma revelação extraordinária: o facto que Deus nos visita cada manhã e nos prova a cada momento? A primeira vez que isto se tornou real para mim, tive de perguntar a mim mesmo: Estou preparado para receber uma visita de Deus a cada manhã? Será que acordo com essa expectativa? Depois questionei-me: Porque é que Deus nos prova? Qual é o Seu objetivo?

            O dicionário Collins da língua inglesa dá-nos uma definição interessante do verbo provar: averiguar o mérito de uma pessoa... através da sujeição a certos testes. Deus não nos põe à prova porque está zangado connosco ou porque nos quer reprimir. Pelo contrário, a provação é uma marca do favor de Deus. Ele põe-nos à prova porque quer estabelecer o nosso valor.

            Job

            Um joelheiro irá sujeitar o ouro ou a prata a certos testes. Ele faz isso porque esses metais são valiosos. Ele não se dá ao trabalho de testar metais vis como o ferro ou o estanho. No mundo dos patriarcas existia um homem de uma justiça invulgar. O seu nome era Job. Deus orgulhava-se de Job. Ele até vangloriou-se dele a satanás: “Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal.”(Job 1:8)(ACF, Almeida Corrigida Fiel)

            Caracteristicamente, a resposta de satanás foi a de atribuir a Job uma motivação egoísta: “Ele só Te serve por causa do que pode obter de Ti.”

            Como resposta a isto, Deus permitiu que satanás testasse Job. Primeiro, Ele permitiu que satanás destruísse tudo o que pertencia a Job: os seus bens, os seus servos e os seus filhos. Depois Deus também autorizou que satanás tocasse no corpo de Job: para o afligir com chagas da cabeça aos pés. Mas Ele não permitiu que satanás tirasse a vida a Job.

            Job reconheceu que Deus o estava a pôr à prova. “Provando-me ele...”, disse ele, “sairei como o ouro ” (Job 23:10)(ACF), ou seja, ouro que foi refinado pelo fogo. Isto deu-lhe forças para aguentar. Ele clamou na agonia da sua alma, mas nunca desistiu.

            Tipicamente, Elifaz e os outros dois amigos religiosos de Job concluíram que os sofrimentos de Job se deviam aos pecados que ele tinha cometido e proferiram todo o tipo de acusações terríveis contra ele. No entanto, no fim Deus justificou Job e repreendeu os seus amigos. Ele disse a Elifaz:

            “... Não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.” (Jó 42:7) (ACF)

            Abraham

            Abraão era outro homem justo que foi sujeito a provações rigorosas, até ao ponto de lhe ser exigido que oferecesse o seu filho a Deus em holocausto. Abraão foi sujeito a testes especiais porque tinha um destino especial: tornar-se o pai do povo escolhido de Deus, tanto judeus como cristãos. Deus aplica testes especiais àqueles para quem tem propósitos especiais.

            O Novo Testamento avisa-nos claramente que, enquanto cristãos, devemos esperar ser submetidos a provações. Pedro compara a nossa fé ao ouro, cuja genuinidade tem de ser testada pelo fogo. (1 Pedro 1:7) Tiago diz-nos que devemos responder com gozo às provações:

            “Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência [perseverança]. Tenha, porém, a paciência [perseverança] a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.” (Tiago 1:2-4) (ACF)

            Tanto a Ruth como eu tivemos, em diferentes ocasiões, de nos arrepender e pedir o perdão de Deus por não termos respondido corretamente a algumas das nossas provações. Não as entendemos como motivo de grande gozo!

            Para além disto, Tiago utiliza Job como exemplo de como devemos responder às provações:

            “Ouvistes da paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de misericórdia e compaixão.” (Tiago 5:11)(ARIB, Almeida Revisada Imprensa Bíblica)

            Do you and I view testing as an opportunity to experience the Lord’s compassion and mercy?

            Moses

            Neste contexto, Deus convenceu-me de algo através do exemplo do Seu relacionamento com Moisés. Moisés tinha 80 anos quando o Senhor o encarregou de regressar ao Egipto para livrar Israel da sua escravidão. Contudo, quando Moisés de facto estava a regressar para o Egipto, o Senhor encontrou-se com ele e procurou matá-lo. (Êxodo 4:24-26). Porquê? Por causa da sua desobediência.

            Moisés não tinha cumprido a aliança da circuncisão que o Senhor tinha feito com Abraão e os seus descendentes (Génesis 17:9-14). Só quando Moisés se arrependeu e circuncidou o seu filho é que o Senhor poupou a vida de Moisés e permitiu que ele prosseguisse o seu caminho. Deus preferia matar Moisés do que permitir que ele continuasse a sua missão em desobediência. A sua posição de líder não o dispensou da disciplina de Deus, mas atribuiu-lhe ainda mais responsabilidade.

            Esta passagem tem uma aplicação pessoal na minha vida, agora que tenho 82 anos. Não posso esperar completar a missão que me foi dada por Deus se houver espaço para a desobediência na minha vida. Quando estamos sob a autoridade de Deus temos de humilhar-nos diante Dele e orar a oração de David no Salmo 139:23-24:

            Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno. (ACF)

            Se com sinceridade dermos permissão ao Senhor para sondar os nossos corações, e se Ele não colocar o Seu dedo em alguma coisa que O ofende, poderemos concluir que estamos debaixo da provação de Deus, e não da Sua correção. Aquilo que Deus revela irá determinar como iremos responder. A nossa resposta à correção deve ser arrependimento; a nossa resposta à provação deve ser perseverança. Mas se insistirmos em tentar perseverar quando devemos arrepender-nos somos culpados de teimosia e insensibilidade.

            How the Enemy Works

            As questões básicas sobre pecado ou justiça são definidas na tentação original de satanás a Adão e Eva. O seu título grego diabolos (em português diabo) significa difamador. Difamar alguém significa difamar ou caluniar o seu carácter. Esta é a principal atividade de satanás.

            Primeiro que tudo, satanás difama o carácter do próprio Deus. Daí a pergunta que coloca a Eva: “É assim que Deus disse: ‘Não comereis de toda árvore do jardim’?” (Génesis 3:1). Satanás insinuou que Deus era um déspota: arbitrário, injusto e pouco afetuoso. Deus estava a impedir o acesso de Adão e Eva a uma forma “superior” de conhecimento, a qual poderiam alcançar se provassem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.

            O objetivo de satanás era debilitar a sua confiança na bondade de Deus quando, na verdade, Deus já os tinha agraciado com tudo o que era bom, belo e agradável.

            1. A partir da falta de confiança na bondade de Deus,
            2. Adão e Eva deixaram de crer na palavra de Deus e daí;
            3. Passaram para um ato de desobediência.

            Houve três níveis na sua queda: desconfiança, incredulidade e desobediência.

            Pela fé em Cristo, Deus providenciou uma redenção que inverte o processo descendente da queda. Ela substitui a incredulidade pela fé, a desobediência pela obediência e a desconfiança pela confiança. O primeiro passo é a fé que conduz à obediência. Mas o processo não está completo até que a fé se tenha desenvolvido em confiança.

            Faith Versus Trust

            Qual é a diferença entre fé e confiança? Uma resposta não-teológica seria: fé é um ato; confiança é uma atitude. (Foi Smith Wigglesworth que realçou continuamente que fé é um ato). O Salmo 37:5 proporciona uma ilustração clara da diferença entre fé enquanto ato, e confiança enquanto atitude:

            “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e Ele tudo fará.” (ARIB)

            Entrega descreve um ato único de fé; confia descreve uma atitude contínua que se segue ao ato inicial de entregar. Depois disso, Deus assume o comando: Ele tudo fará. Uma ilustração simples seria a de fazer um depósito numa conta poupança. Entrega o dinheiro ao caixa do banco e recebe um recibo. Isso é entregar. Depois disso, não fica acordado a noite inteira a pensar: Será que o banco está realmente a cuidar do meu dinheiro? Será que vou receber os juros que me devem? Limita-se a guardar o recibo num lugar seguro e a dormir descansadamente. Isso é confiança.

            Muitos cristãos dão o primeiro passo, um ato de fé, mas depois não mantêm uma atitude de confiança. Estranhamente, para muitos de nós é mais fácil confiar num banco terreno do que confiar em Deus que está no céu!

            Um dos objetivos principais das provações de Deus é produzir em nós confiança. Isto revelou ser verdade para Job. No meio de todas as suas tribulações ele afirmou: “Embora ele me mate, ainda assim esperarei nele”. (Job 13:15) (NVI) Para além disso, a confiança permitiu a Job levantar momentaneamente os seus olhos acima do reino temporal e vislumbrar a eternidade e a ressurreição:

            “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, Vê-lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros o contemplarão; e por isso os meus rins [o meu coração] se consomem no meu interior.” (Jó 19:25-27)(ACF)

            Keeping the End in Sight

            Porque é que a confiança é tão importante? Porque ela revela a nossa estima pelo carácter de Deus. Quando Adão e Eva cederam à tentação de satanás, as suas ações falaram mais alto do que qualquer palavra que tivessem proferido. Eles estavam (pelos seus atos) a dizer: “Deus não é justo nem afetuoso. Ele não nos trata com justiça. Não podemos confiar n’Ele.”

            A nossa salvação do pecado só fica completa quando os efeitos da queda tiverem sido desfeitos e quando for produzida em nós esta qualidade de confiança. Isso pode significar que necessitamos de passar por muitos testes. É importante que nunca percamos de vista a finalidade do objetivo de Deus: produzir em nós uma confiança inabalável na Sua absoluta fidelidade.

            O próprio Jesus proporcionou-nos o exemplo supremo da confiança. No cumprimento do plano de Seu Pai, Ele foi entregue a homens iníquos, cruéis e ímpios. Eles zombaram Dele, cuspiram-Lhe, açoitaram-No, despiram-No e pregaram-No na cruz. Ele acabou por clamar: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? ” (Mateus 27:46) (ACF)

            No entanto, em tudo isso a Sua confiança na fidelidade do Seu Pai nunca foi abalada. No seu último suspiro Ele entregou o Seu espírito nas mãos do Pai.

            Deus não irá permitir que sejamos provados para além das nossas forças. Ele não irá esperar de nós aquilo que exigiu de Jesus; e talvez nem o que Ele exigiu de Job. Todas as provações a que somos sujeitos são concebidas para moldar o nosso carácter, até sermos em Cristo tudo aquilo que Deus nos criou para sermos.

            Is that your desire? If so, let’s express it together with the following prayer:

            *Prayer Response

            Lord, I know I have not always trusted You as I should, and for that, I ask Your forgiveness. I realize that the purpose of Your testing is to transform me into the person You created me to be. I want that, Lord—with all my heart.

            In faith, I make this proclamation now from James 1:12: “Blessed is the man who endures temptation [testing]; for when he has been approved, he will receive the crown of life.” I declare my trust in that truth about testing—and my ultimate trust in You, O Lord. Amen.

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            "I've applied the Biblical principles on family relationships from this teaching, and it has completely restored harmony in our home. My teenagers and I now have meaningful conversations about faith, and my marriage has been strengthened in ways I never thought possible."
            Elena R., Brazil
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